O Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China confirmou um foco de febre aftosa do sorotipo O em um estabelecimento de abate no distrito de Dazu, em Chongqing. Do total de 677 suínos mantidos no local, 37 apresentavam sintomas da doença. As autoridades adotaram medidas emergenciais de contenção.
O Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China confirmou um surto de febre aftosa do sorotipo O em suínos no distrito de Dazu, no município de Chongqing, no sudoeste do país.
Conforme informações divulgadas pelo Canal Rural, o governo chinês afirmou que a confirmação veio depois de um relatório do Centro Chinês de Prevenção e Controle de Doenças Animais, recebido na terça-feira (8).
O estabelecimento de abate atingido mantinha 677 suínos. Desse total, 37 animais apresentavam sintomas da doença.
Identificado o foco, as autoridades locais colocaram em prática medidas emergenciais para impedir que a doença se espalhasse. Segundo comunicado do Ministério da Agricultura chinês, as ações incluem abate de animais, desinfecção, descarte seguro, monitoramento, triagem e investigação epidemiológica.
O comunicado oficial divulgado até o momento trata das providências sanitárias adotadas no estabelecimento afetado.
A febre aftosa é uma doença viral de alta transmissibilidade que atinge animais de casco fendido — entre eles bovinos, suínos, ovinos e caprinos. Não há, no comunicado divulgado, informação sobre outros estabelecimentos atingidos.
Impacto para o produtor
Para quem cria animais no Maranhão, o caso funciona como um lembrete prático sobre biosseguridade. A febre aftosa se espalha com facilidade entre bovinos, suínos, ovinos e caprinos, e a resposta chinesa mostra o peso das medidas adotadas quando um foco aparece: interdição, abate, desinfecção e rastreamento dos animais. Na propriedade, isso se traduz em cuidados de rotina — controlar a entrada de visitantes e veículos, exigir documentação sanitária na compra de animais, respeitar o calendário de vacinação quando exigido e comunicar ao serviço veterinário oficial qualquer animal com salivação intensa, feridas na boca ou nos cascos e dificuldade para andar.
Doença de notificação obrigatória exige resposta rápida, e o produtor é sempre a primeira linha de vigilância. Diante de qualquer suspeita no rebanho, o caminho é acionar imediatamente o serviço veterinário oficial.
FONTE:
Canal Rural (reportagem de Hildeberto Jr., publicada em 10/09/2026), com base em comunicado do Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China
